Dr. Igor Tobias • 13 de junho de 2026

Mastopexia Sem Prótese: Quando Levantar as Mamas Sem Colocar Silicone?

As mamas mudam ao longo da vida. Gravidez, amamentação, oscilações de peso, envelhecimento natural e fatores genéticos podem alterar sua forma, sua firmeza e sua posição.

Muitas mulheres percebem que as mamas ficaram mais caídas com o passar dos anos, mas não desejam aumentar seu tamanho. Nesses casos, surge uma dúvida muito comum durante a consulta:


"Preciso colocar silicone para levantar as mamas?"

A resposta é: nem sempre.

Em muitas pacientes, é possível reposicionar as mamas, corrigir a flacidez e melhorar o contorno corporal sem utilizar próteses de silicone. Esse procedimento é chamado de mastopexia sem prótese.

Neste artigo, você vai entender como funciona a cirurgia, para quem ela é indicada, quais são suas limitações e quando a associação com implantes pode oferecer resultados mais satisfatórios.


O Que é Mastopexia Sem Prótese?

A mastopexia sem prótese é uma cirurgia plástica realizada para corrigir a flacidez das mamas e reposicionar os tecidos mamários que sofreram queda ao longo do tempo.

Diferentemente da cirurgia com implantes, o objetivo principal não é aumentar o volume das mamas, mas sim restaurar sua forma e sua posição.

Durante o procedimento, o excesso de pele é removido, os tecidos são remodelados e a aréola é reposicionada para uma posição mais harmoniosa.

O resultado costuma ser uma mama mais firme, elevada e proporcional ao restante do corpo.

É importante entender que a mastopexia trata principalmente a flacidez. Ela não cria volume onde ele não existe.

Por isso, a avaliação da quantidade de tecido mamário presente é um dos pontos mais importantes do planejamento cirúrgico.


Quem é a Melhor Candidata para Mastopexia Sem Silicone?

A mastopexia sem prótese costuma oferecer excelentes resultados em pacientes que apresentam boa quantidade de tecido mamário, mas sofreram perda de sustentação ao longo dos anos.

Entre os casos mais comuns estão:


Mulheres Com Boa Quantidade de Mama

Algumas pacientes possuem volume suficiente, mas sentem que os seios perderam firmeza e passaram a ocupar uma posição mais baixa no tórax.

Nessas situações, levantar e remodelar a mama costuma ser mais importante do que aumentar seu tamanho.


Após Gravidez e Amamentação

A gestação provoca grandes mudanças hormonais e estruturais nas mamas.

Após a amamentação, muitas mulheres observam que as mamas permanecem com aspecto mais vazio ou caído.

Quando ainda existe tecido mamário suficiente, a mastopexia sem implante pode proporcionar uma melhora significativa.


Após Emagrecimento

Perdas importantes de peso costumam gerar excesso de pele e flacidez mamária.

Dependendo da quantidade de volume remanescente, a correção pode ser realizada sem a necessidade de próteses.


Mulheres Que Não Desejam Silicone

Algumas pacientes simplesmente não têm interesse em utilizar implantes mamários.

Nesses casos, a mastopexia sem prótese permite melhorar o formato das mamas utilizando apenas os próprios tecidos da paciente.


Como Saber se Minha Mama Está Caída?

Nem toda mama que parece caída apresenta realmente uma ptose mamária significativa.

Uma das formas utilizadas pelos cirurgiões plásticos para avaliar esse aspecto é observar a posição da aréola em relação ao sulco mamário.

De forma simplificada:


  • Mama sem queda: aréola acima do sulco mamário.
  • Queda leve: aréola próxima ao sulco.
  • Queda moderada: aréola abaixo do sulco.
  • Queda importante: aréola claramente voltada para baixo.



Além dessa avaliação, são analisados fatores como qualidade da pele, elasticidade dos tecidos e distribuição do volume mamário.


Mastopexia sem Prøetese: comparação entre mama sem flacidez, mama com flacidez e resultado após mastopexia sem implante

Quando a Mastopexia Sem Prótese Pode Não Ser a Melhor Opção?

Embora seja uma excelente alternativa para muitas mulheres, a mastopexia sem silicone possui limitações.

Existem situações em que a associação com próteses pode proporcionar um resultado mais completo.

Isso costuma acontecer quando a paciente apresenta:


  • Pouco tecido mamário.
  • Polo superior muito vazio.
  • Perda importante de volume após emagrecimento.
  • Desejo de aumentar o tamanho das mamas.
  • Desejo de maior projeção do colo.


Nesses casos, utilizar apenas os tecidos existentes pode não ser suficiente para alcançar o formato desejado.

Por isso, a indicação deve ser individualizada.



Infográfico explicando que nem toda mama caída precisa de silicone e mostrando os benefícios da mastopexia sem prótese.

Mastopexia Sem Prótese ou Mastopexia com Prótese?



Essa é uma das dúvidas mais frequentes entre as pacientes.

A principal diferença está no objetivo do tratamento.

A mastopexia sem prótese busca reposicionar e remodelar o tecido mamário existente.

Já a mastopexia com prótese combina a correção da flacidez com o aumento ou a restauração do volume mamário.

De forma geral:


Mastopexia sem prótese


  • Corrige a flacidez.
  • Não aumenta o tamanho das mamas.
  • Utiliza apenas tecidos próprios.
  • Costuma gerar aspecto bastante natural.


Mastopexia com prótese


  • Corrige a flacidez.
  • Aumenta ou restaura volume.
  • Melhora o preenchimento do colo.
  • Permite maior projeção das mamas.
  • Nenhuma das duas técnicas é superior de forma absoluta.
  • A melhor opção depende das características anatômicas e dos objetivos de cada paciente.



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Sim.

A mastopexia melhora significativamente a posição das mamas, mas não interrompe o processo natural de envelhecimento.

Com o passar dos anos, os tecidos continuam sofrendo ação da gravidade, alterações hormonais e perda gradual de elasticidade.

Fatores que podem influenciar a durabilidade do resultado incluem:


  • Gravidez futura.
  • Amamentação.
  • Grandes oscilações de peso.
  • Tabagismo.
  • Qualidade da pele.
  • Predisposição genética.


Mesmo assim, a maioria das pacientes permanece satisfeita com o resultado por muitos anos.


Como Ficam as Cicatrizes?

As cicatrizes variam conforme o grau de flacidez e a quantidade de pele que precisa ser removida.

As técnicas mais utilizadas são:


Cicatriz Periareolar

Realizada ao redor da aréola.

Indicada para correções mais discretas.

Cicatriz Vertical

Combina a cicatriz ao redor da aréola com uma extensão vertical até o sulco mamário.

Muito utilizada em casos moderados.


Cicatriz em T Invertido

Indicada para flacidez mais importante.

Permite maior remodelação dos tecidos e melhor controle do formato final das mamas.

Apesar da preocupação comum com as cicatrizes, a maioria das pacientes considera que a melhora do formato mamário compensa amplamente sua presença.


Cicatriz em L

Nesta cicatriz, evita-se a incisão que corre para a região medial do tórax (meio da mama), mantendo o colo livre, quando há indicação.

Como é a Recuperação da Mastopexia Sem Prótese?

A recuperação costuma ser semelhante à de outras cirurgias mamárias.

Nos primeiros dias, é comum ocorrer:


  • Inchaço.
  • Sensação de peso.
  • Desconforto moderado.
  • Sensibilidade aumentada.
  • Normalmente:
  • Caminhadas leves são estimuladas precocemente.
  • Atividades administrativas costumam ser retomadas em poucos dias.
  • Exercícios físicos geralmente exigem liberação médica específica.


O uso do sutiã cirúrgico faz parte do processo de recuperação e ajuda na adaptação dos tecidos.


Quanto Tempo Dura o Resultado?

Os resultados da mastopexia costumam ser duradouros.

Entretanto, sua longevidade depende de diversos fatores, incluindo hábitos de vida, qualidade da pele e estabilidade do peso corporal.

Pacientes que mantêm peso estável e não passam por novas gestações frequentemente preservam os benefícios da cirurgia por muitos anos.


Mastopexia sem prótese versus mastopexia com prótese: infográfico comparando correção da flacidez, aumento de volume, preenchimento do colo e resultados esperados.
  • A mastopexia sem prótese diminui as mamas?

    O principal objetivo da mastopexia sem prótese é corrigir a flacidez e reposicionar os tecidos mamários, e não reduzir o tamanho das mamas. Entretanto, algumas pacientes podem perceber uma discreta diminuição do volume após a cirurgia.

    Isso acontece porque parte do excesso de pele é removida e porque a mama deixa de estar distribuída em uma posição mais baixa e espalhada no tórax. Após a remodelação, os tecidos passam a ocupar uma posição mais elevada e compacta.

    Em muitos casos, a mama parece menor nos primeiros meses devido ao inchaço pós-operatório e à mudança de formato. Com a evolução da recuperação, a paciente costuma perceber que houve principalmente uma melhora do contorno e da firmeza.

    Quando existe excesso significativo de tecido mamário, a mastopexia pode ser associada a técnicas redutoras. Porém, nesse caso, o procedimento deixa de ser apenas uma mastopexia e passa a incorporar características de uma mamoplastia redutora.

    Durante a consulta, o cirurgião avalia o volume existente e esclarece se haverá apenas reposicionamento dos tecidos ou também redução efetiva do tamanho das mamas.

  • Posso colocar silicone no futuro?

    Sim. Realizar uma mastopexia sem prótese não impede a colocação de implantes posteriormente.

    Algumas pacientes procuram inicialmente apenas a correção da flacidez porque estão satisfeitas com o tamanho das mamas naquele momento. Com o passar dos anos, mudanças corporais, oscilações de peso, envelhecimento natural ou simplesmente uma mudança de preferência estética podem levar ao desejo de maior volume.

    Nessas situações, a inclusão de próteses pode ser realizada em uma segunda cirurgia.

    Muitas pacientes enxergam essa abordagem como uma vantagem, pois permite corrigir primeiro a queda das mamas e avaliar o resultado antes de decidir se realmente desejam aumentar o volume.

    A decisão de colocar silicone futuramente dependerá da anatomia da paciente, da qualidade dos tecidos e dos objetivos estéticos naquele momento da vida.

  • O resultado fica natural?

    Uma das principais razões pelas quais muitas mulheres escolhem a mastopexia sem prótese é justamente a naturalidade do resultado.

    Como a cirurgia utiliza apenas os tecidos mamários da própria paciente, o formato final costuma respeitar melhor as características naturais do corpo.

    A mama permanece com consistência natural, sem a presença de implantes e sem aumento artificial de volume.

    É importante compreender que "natural" não significa necessariamente igual ao aspecto anterior à flacidez. O objetivo da cirurgia é reposicionar os tecidos, melhorar o contorno e devolver sustentação.

    O resultado final dependerá de fatores como quantidade de tecido mamário, qualidade da pele, elasticidade dos tecidos e técnica utilizada.

    Quando bem indicada, a mastopexia sem prótese costuma proporcionar resultados elegantes, proporcionais e compatíveis com a anatomia da paciente.

  • A cirurgia interfere na amamentação?

    Na maioria dos casos, a capacidade de amamentação é preservada.

    Durante a mastopexia, procura-se manter a conexão da aréola com os tecidos glandulares e ductos mamários. Isso ajuda a preservar a função mamária após a cirurgia.

    Entretanto, toda cirurgia realizada nas mamas pode provocar alterações variáveis dependendo da técnica utilizada e das características individuais da paciente.

    Além disso, mesmo mulheres que nunca passaram por cirurgia podem apresentar dificuldades para amamentar no futuro.

    Por esse motivo, não é possível garantir que a amamentação ocorrerá normalmente em todos os casos.

    Pacientes que planejam engravidar futuramente devem discutir esse tema durante a consulta para que todos os aspectos sejam considerados no planejamento cirúrgico.


  • Existe idade ideal para realizar a mastopexia?

    Não existe uma idade específica considerada ideal para todas as mulheres.

    A indicação da mastopexia depende muito mais das características anatômicas e dos objetivos da paciente do que da idade cronológica.

    Algumas mulheres desenvolvem flacidez ainda jovens devido a fatores genéticos, oscilações de peso ou características próprias dos tecidos mamários.

    Outras só percebem mudanças significativas após gravidez, amamentação ou com o avanço da idade.

    O mais importante é que o desenvolvimento mamário esteja completo e que a paciente possua maturidade suficiente para compreender os benefícios, limitações e riscos envolvidos.

    A decisão deve sempre ser individualizada.

  • A mastopexia sem prótese deixa o colo vazio?

    Essa é uma das dúvidas mais frequentes no consultório.

    A resposta é: depende.

    Quando existe boa quantidade de tecido mamário, a remodelação da glândula pode criar um colo bonito e harmonioso sem necessidade de implantes.

    Por outro lado, pacientes que apresentam pouco volume ou esvaziamento importante da parte superior das mamas podem perceber menor preenchimento nessa região quando comparadas à mastopexia com prótese.

    É justamente por isso que duas pacientes com grau semelhante de flacidez podem receber recomendações diferentes.

    Durante a consulta, o cirurgião avalia o volume existente, a distribuição dos tecidos e o resultado desejado para determinar qual estratégia oferece maior chance de satisfação.

  • A mama pode voltar a cair depois da cirurgia?

    Sim.

    A mastopexia corrige a flacidez existente, mas não interrompe os processos naturais de envelhecimento.

    Os tecidos continuam sendo influenciados pela gravidade, pela qualidade da pele, pelas alterações hormonais e pelo passar dos anos.

    Além disso, fatores como gravidez futura, amamentação, grandes oscilações de peso e tabagismo podem acelerar novas alterações.

    Isso não significa que o resultado será perdido rapidamente.

    Na maioria das pacientes, os benefícios permanecem por muitos anos.

    Entretanto, assim como acontece em qualquer região do corpo, nenhuma cirurgia consegue impedir completamente as mudanças naturais do organismo ao longo da vida.


  • A mastopexia sem prótese dura menos do que a mastopexia com prótese?

    Não necessariamente.

    Existe um mito de que a presença de implantes faz com que o resultado dure mais tempo. Na prática, a situação é mais complexa.

    A durabilidade depende principalmente de fatores como qualidade dos tecidos, elasticidade da pele, genética, hábitos de vida e estabilidade do peso corporal.

    Pacientes com pele muito fina ou flacidez importante podem apresentar mudanças mais rápidas independentemente do uso de próteses.

    Da mesma forma, pacientes com boa qualidade de tecidos podem manter excelentes resultados por muitos anos sem implantes.

    Cada caso deve ser analisado individualmente.


  • Posso emagrecer depois da mastopexia?

    Sim.

    Entretanto, perdas importantes de peso após a cirurgia podem modificar o resultado obtido.

    Quando ocorre redução significativa da gordura corporal, as mamas também podem perder parte do volume.

    Isso pode gerar novo esvaziamento dos tecidos e favorecer o surgimento de flacidez.

    Por esse motivo, o ideal é realizar a cirurgia quando a paciente já se encontra próxima do peso que pretende manter a longo prazo.

    Pequenas variações de peso costumam ter impacto limitado, mas oscilações expressivas podem alterar significativamente o formato das mamas.



  • É possível corrigir assimetrias sem usar prótese?

    Em muitos casos, sim.

    Nenhuma mulher possui mamas perfeitamente idênticas. Pequenas diferenças de volume, formato ou posição são extremamente comuns.

    Quando a assimetria é discreta ou moderada, a remodelação dos tecidos mamários pode melhorar significativamente a harmonia entre os lados.

    Dependendo do caso, o cirurgião pode utilizar estratégias diferentes em cada mama para alcançar maior equilíbrio.

    Entretanto, assimetrias muito acentuadas podem exigir procedimentos complementares ou associação com implantes.

    A avaliação individualizada é fundamental para definir a melhor abordagem.


  • Quanto tempo dura a recuperação?

    A recuperação varia de paciente para paciente.

    Nos primeiros dias, é comum ocorrer inchaço, sensibilidade aumentada e sensação de peso nas mamas.

    A maioria das pacientes consegue realizar atividades leves relativamente cedo, sempre respeitando as orientações médicas.

    O retorno ao trabalho depende do tipo de atividade exercida.

    Funções administrativas costumam permitir retorno mais precoce, enquanto atividades físicas intensas exigem um período maior de recuperação.

    Os resultados continuam evoluindo ao longo dos meses, à medida que o inchaço diminui e os tecidos se acomodam.


  • As cicatrizes ficam muito aparentes?

    Toda mastopexia gera cicatrizes, pois a retirada do excesso de pele faz parte da correção da flacidez.

    O formato das cicatrizes varia conforme o grau de queda das mamas e a quantidade de pele que precisa ser removida.

    Apesar da preocupação inicial das pacientes, a maioria considera que a melhora do formato mamário compensa amplamente sua presença.

    Com o passar dos meses, as cicatrizes costumam amadurecer, tornando-se progressivamente menos perceptíveis.

    A qualidade final depende de fatores como genética, tipo de pele, exposição solar, cuidados pós-operatórios e características individuais de cicatrização.

    Além disso, as cicatrizes geralmente ficam posicionadas em áreas facilmente cobertas por roupas íntimas, biquínis e maiôs.

Mito ou verdade sobre mastopexia sem prótese: infográfico mostrando que o colo pode permanecer preenchido sem silicone, dependendo do volume mamário e da flacidez.



CONCLUSÃO

Nem toda mama caída precisa de silicone.

Quando existe volume mamário suficiente, a mastopexia sem prótese pode proporcionar mamas mais elevadas, firmes e harmoniosas utilizando apenas os tecidos da própria paciente.

A decisão entre realizar ou não a colocação de implantes depende de uma avaliação individualizada, considerando o grau de flacidez, a quantidade de tecido mamário disponível e o resultado desejado.

Uma consulta detalhada é a melhor forma de entender qual abordagem oferece o equilíbrio mais adequado entre naturalidade, forma e volume para cada caso.


Sobre o Autor

dr. Igor Tobias - Mastopexia sem Prótese

Dr. Igor Tobias é médico especialista em Cirurgia Plástica, com atuação em cirurgias das mamas, rinoplastia, blefaroplastia e rejuvenescimento facial, dedicando-se a um planejamento cirúrgico individualizado, baseado em segurança, técnica e resultados naturais.


Graduou-se em Medicina pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Posteriormente, concluiu sua residência médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e especializou-se em Cirurgia Plástica pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), uma das instituições mais tradicionais e reconhecidas do país na formação de cirurgiões plásticos.


Como parte de sua formação internacional, realizou aperfeiçoamento em Cirurgia Craniofacial na University of Utah (Estados Unidos).


Atualmente, atende pacientes em São Paulo, realizando procedimentos como mastopexia com prótese, mastopexia sem prótese, prótese de silicone, mamoplastia, rinoplastia, blefaroplastia, lifting facial e outras cirurgias plásticas estéticas e reparadoras.


Além da prática clínica, produz conteúdos educativos com base em evidências científicas para ajudar pacientes a compreenderem melhor os procedimentos, esclarecer dúvidas frequentes e tomarem decisões conscientes sobre sua saúde e cirurgia plástica.


Formação Acadêmica


Medicina — Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

Residência Médica em Cirurgia Geral —

Santa Casa de Misericórdia de São Paulo

Residência Médica em Cirurgia Plástica — Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Aperfeiçoamento em Cirurgia Craniofacial —  University of Utah (EUA)




Artigo revisado por


Dr. Igor Tobias

Médico Especialista em Cirurgia Plástica

CRM-SP 159266 • RQE 80036



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